Do receptivo para o participativo. Esta comparação traduz o que ficou para trás com a Web 1.0 e o que é vivenciado com a Web 2.0, onde a integração e a interação tornaram-se protagonistas de “um livro” que a cada dia ganha mais corpo e novos capítulos.
É notório o dinamismo que separou as duas Webs. A 2.0 transformou a forma de interação no ambiente virtual. O conceito “internauta” foi profundamente alterado. Agora ele não apenas navega pela internet, mas também é co-autor dos conteúdos postados na rede mundial. Seja em sites jornalísticos, pelos blogs, Twitter, Orkut, Facebook Bloggs e por outros sites. O que se percebe é que todos têm a oportunidade de participar, agregar conteúdos, informações, comentários e críticas.
Antes o que havia era apenas consumidores da Internet. Agora, vide o exemplo do Twitter, ideia simples e que não gerava grandes expectativas, movimenta um relevante número de comunicadores. Com o slogan “O que voce está fazendo agora?”, o miniblog vem contabilizando mais e mais internautas a cada dia.
Sem os novos recursos possibilitados pela Web 2.0 sites como o Twitter e outros não existiriam. Um considerável número de jornais on-line utilizam a ajuda de leitores para agregar informações a seus conteúdos. Ações interativas similares ao lema do microblog Twitter estão sendo utilizadas pelos sites jornalísticos com o que é chamado por muitos de “Eu Repórter”, onde os leitores sao convidados a participar incluindo conteúdos e reportando à comunidade o que acontece em seu entorno e que muitas vezes não é capatado por um jornalista.
As novas ferramentas continuam mostrando seu poder, vide o que aconteceu nas últimas eleicoes no Irã, quando uma multidão tomou as ruas de Teerã - embora censurados pelo governo - após troca de informações via Internet, para reivindicar transparência no resultado divulgados. Ou mesmo com a marcha realizada em diversas cidades do mundo contra o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. O chamado comecou pelo site Facebook e conseguiu mobilizar milhares de pessoas contrárias ao chefe de Estado. O goverbo chinês é outro que tenta ser mais onipresente que a ferramenta tecnológica em questão. No entanto, é um desafio constante e intenso tentar limitar a webcomunicação.
Outro ponto que ganha destaque na web é a atualização das notícias pela ferramenta RSS. Através dela os conteúdos sao atualizados automáticamente e outros também são inseridos. É o meio mais prático de manter a notícia fresquinha, como o freguês gosta. O Google News é, se não a maior vitrine para este mecanismo, um dos mais conhecidos e tornou-se um dos principias sites utilizados pelas redações gracas ao poder de escolha do conteúdo que se quer absorver.
As comparações entre a Web 1.0 e a 2.0 ainda não chegaram a uma conclusão. Muita coisa está vindo por aí e as inovações surgem cada vez com mais diferenciais agregadores. Só resta aos usuários dar o F5 nos conhecimentos tecnológicos para não perder a “onda”.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
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